quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

HÉRNIA DE DISCO

O que é Hérnia de disco?

Sinônimos: Protusão discal

A hérnia de disco ocorre quando todo, ou parte, de um disco na espinha é forçado a atravessar uma parte mais fraca do disco. Isso gera pressão nos nervos vizinhos.

Consulte também:

Causas

Os ossos (vértebras) da coluna vertebral protegem os nervos que se originam no cérebro e descem pelas costas formando a medula espinhal. As raízes dos nervos são nervos longos que se ramificam a partir da medula espinhal e saem da coluna vertebral entre cada vértebra.

ADAMVértebras do corpo humano

Os ossos são separados por discos. Esses discos protegem a coluna vertebral e deixam espaço entre as vértebras. Os discos permitem que haja movimento entre as vértebras, o que permite a você se curvar ou se alongar.

ADAMOs discos separam as vértebras e protegem a coluna vertebral
  • Esses discos podem sair do lugar (hérnia) ou se abrir (rompimento) por lesão ou esforço. Quando isso acontece, pode haver pressão nos nervos espinhais. Isso leva a dor, cãibras ou fraqueza.
  • A hérnia de disco ocorre com mais frequência na parte inferior (região lombar) da espinha. Os discos do pescoço (cervicais) são afetados em uma porcentagem pequena dos casos. Os discos da parte superior e média das costas (torácicos) raramente estão envolvidos.

A radiculopatia é qualquer doença que afete a raiz dos nervos espinhais. A hérnia de disco é uma causa de radiculopatia.

Os discos deslocados ocorrem com mais frequência em homens de meia-idade ou mais velhos, geralmente após atividades mais exaustivas. Outros fatores de risco são doenças presentes no nascimento (congênitas) que afetam o tamanho do canal lombar.

Exames

Um histórico e exame físico cuidadoso é quase sempre o primeiro passo para diagnosticar a hérnia de disco. Dependendo de onde você apresentar os sintomas, o médico examinará seu pescoço, ombros, braços e mãos ou a região lombar, quadris, pernas e pés.

Seu médico verificará:

  • Se há dormência ou perda de sensibilidade
  • Seus reflexos musculares, que podem estar lentos ou ausentes
  • Sua força muscular, que pode estar reduzida
  • Sua postura ou a maneira como a sua coluna se curva

O médico também poderá recomendar que você:

  • Sente, levante e caminhe. Enquanto você caminha, o médico solicitará que tente andar na ponta dos pés e depois com os calcanhares.
  • Curve-se para frente, para trás e para os lados
  • Movimente o pescoço para frente, para trás e para os lados
  • Erga os ombros, o cotovelo, o punho e a mão e verifique sua força durante essas três tarefas

A dor na perna que ocorre, quando você se senta em uma mesa de exames e levanta a perna esticando-a normalmente, sugere um disco deslocado na região lombar.

Em outro teste, você deve inclinar a cabeça para frente e para os lados enquanto o médico a pressiona levemente para baixo. O aumento da dor e da dormência durante esse teste geralmente é um sinal de pressão em um nervo do seu pescoço.

Exames de diagnóstico

  • Pode ser feita uma eletromiografia para determinar exatamente a raiz de nervo em questão.
  • O mielograma pode ser usado para determinar o tamanho e a localização da hérnia de disco.
  • O teste de velocidade de condução do nervo pode ser feito.
  • A ressonância magnética ou a tomografia computadorizada da coluna evidenciam a pressão sobre o canal espinhal pela hérnia de disco.
  • Pode ser feito um raio X da coluna para excluir outras causas de dor nas costas ou no pescoço. Entretanto, não é possível diagnosticar uma hérnia de disco apenas com uma radiografia de coluna.

DICAS

Dicas

Vou dar algumas dicas de onde pegar medicamentos no DF, remédios mais baratos, o que for util pra nos que temos dor cronica.


Farmácia Ambulatorial do Hospital de Base.

A farmácia fornece alguns medicamentos, a burocracia é menor do que na farmácia de alto custo.
Pare retirar os medicamentos basta ter a receita de um médico da rede publica, preencher um formulário.
em negrito os medicamentos que eu sei que são para dor cronica.
Os medicamentos da farmácia ambulatorial que precisam dos formulários para ser dispensados são:BACLOFENO
BIMATOPROST
BRIMONIDINA (TARTARATO)
CETOTIFENO
CIANOCOBALAMINA (VITAMINA B12)
CIPROFLOXACINO POMADA OFTALMICA
CLOPIDOGREL
COMPLEXO B
DORZOLAMIDA (CLORIDRATO) 
ENOXAPARINA SODICA
FENTANILA ADESIVO TRÂNSDERMICO
GABAPENTINA
IMIQUIMOD
LACTULOSE
ONDANSETRONA
OXIBUTININA (CLORIDRATO)
TERIPARATIDA
TIMOLOL (MALEATO)
TIROTROFINA ALFA
TERIPARATIDA
URSODESOXICOLICO (ACIDO)
A farmácia ambulatorial do Hospital de Base funciona se segunda a sexta-feira, das 8h ao meio-dia e das 14h às 18 horas. Outras informações pelo telefone 3315 1693.

MINHA HISTÓRIA

Min

Dor Neuropática. Amigo Diney

Meu nome e Claudiney vou relatar minha longa caminhada 
Em 2006 fiz uma artrodese na lombar L4.L5.S1, foi colocado 11pinos de titanio no mesmo ano fiz outra cirurgia para retirar dois pinos pois estava com muitas dores, depois disso fiz mas 4 cirurgias 1 bloqueio,com o dr Arlindo Mattos. 
Depois fiz mais três bloqueio com dr Gustavo barata anestesista aonde eu ficava 6 meses bem foi quando resolvi procurar um medico especialista em dor crônica passei pelo dr Fernando no santa Lucia que me encaminhou para o dr Tiago Freitas, especialista em dor crônica,  consultei com ele. Me passou vários exames e testes com a morfina fiquei internado uma semana fazendo teste com a morfina isso em junho de 2010 no mesmo mês, foi implantado uma bomba da medsintese  modelo 8637-20 serie NGP033957H, nome bomba de morfina aonde todo ano tenho que recarregar apesar disso tudo e esse sofrimento todo e o que me ajuda bastante, quem faz as recargas e o Dr Tiago silva Freitas especialista em dor crônica foi com ele que consegui uma qualidade de vida graças a deus e a ele.com tudo isso não posso ficar muito tempo em pé, nem muito tempo sentado, e nem muito tempo deitado esforço nem pensar porque as doses diárias são mínimas, mas o pior mesmo e as pessoas não acreditam acham que você esta mentindo mas só quem sofre essas dores entende o sofrimento que e... 
Contado dineycordeiro@gmail.com qualquer duvida responderei com maior satisfação moro em Brasília tenho só 44 anos e convivendo com essas dores crônicas 

DR TIAGO SILVA FREITAS


Tratar doenças psicológicas ainda é uma questão polêmica. Mesmo com medicamentos, terapia e autocontrole, alguns pacientes não respondem aos estímulos — e, portanto, não apresentam melhora alguma. Esses casos extremos representam de 10% a 15% dos indivíduos com enfermidades psiquiátricas, de acordo com dados da Sociedade Brasileira de Neuromodulação (SBN). Para eles, que já tentaram de tudo, a última alternativa é a cirurgia psiquiátrica. O procedimento, contudo, ainda carrega o ranço das primeiras intervenções feitas no cérebro, chamadas lobotomias. Desenvolvida em 1935 por António Egas Moniz, a intervenção consistia em cortar ligações dos lobos cerebrais (veja quadro na página 18). Agora, a medicina tenta se retratar. Novos procedimentos, seguros e eficazes, começam a surgir.

Tiago da Silva Freitas, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Neuromodulação e especialista em neurocirurgia funcional, é um dos dois profissionais habilitados a realizar cirurgias psiquiátricas em Brasília. Ele explica que um médico, para ser considerado apto a efetuar o procedimento, deve ser neurocirurgião especialista em neurocirurgia funcional. Atualmente, com a evolução das técnicas de imagem funcional — e consequente melhor compreensão de como as doenças psiquiátricas se manifestam no cérebro —, a intervenção cirúrgica pode sim, segundo Freitas, significar melhoras consideráveis nos quadros dos doentes. "Há uma melhora pós-cirúrgica em 60% a 70% dos pacientes", calcula. "Em 50% a 60% dos casos, há o controle quase que completo dos sintomas." 

No passado, a falta de medicamentos e de remédios fez com que médicos aderissem à lobotomia como única alternativa para doentes mentais. Desconectar os circuitos cerebrais controlava os sintomas, mas tinha como resultado pacientes letárgicos, inexpressivos e vegetativos. Hoje, o procedimento conhecido como Estimulação Cerebral Profunda (DBS, da sigla em inglês) eliminou a necessidade de lesionar o cérebro. "Fixamos uma espécie de arco na cabeça do paciente, que mede todas as coordenadas do cérebro e o mapeia, milimetricamente", explica o especialista.

Com a ajuda de um programa de computador, os médicos são capazes de identificar qual a área pouco ou hiperestimulada no cérebro. É feita, então, uma trepanação (pequeno furo no crânio) e implantado um marcapasso. "Colocamos o dispositivo debaixo da pele e o ligamos em um gerador de pulsos, abaixo da pele do tórax, como o marcapasso cardíaco", detalha Freitas. Os exames de imagem, então, mostram onde o cérebro precisa ser estimulado para aliviar os sintomas. O procedimento, de acordo com Tiago Freitas, é largamente usado em pacientes com Parkinson, depressão, síndrome de Tourette e agressividade intratável. As complicações são raras e a taxa de mortalidade é menor que 0,5%. Ainda assim, a cirurgia, que pode ser feita pelo Sistema Único de Saúde (SUS), ainda é pouco indicada. "Poucos médicos sabem que existe", justifica o especialista

Por enquanto, em Brasília, a procura é escassa. Até agora, apenas cinco pacientes foram operados para o tratamento de doenças mentais ou agressividade. Desses, dois não eram brasilienses. "Há muitos casos subtratados, pois ainda há muitos psiquiatras resistentes", justifica Tiago Freitas. Divino Aparecido Ferreira Rosa, 15 anos, é um dos casos extremos que precisou de cirurgia. Divino tem paralisia cerebral, ocasionada por falta de oxigênio no cérebro no momento em que nasceu. A mãe de Divino, Fernanda Ferreira Martins, 31 anos, diz que a condição o deixou agressivo e inquieto. "Ele tem compulsão em mexer e em quebrar objetos", descreve a dona de casa.

A mãe classifica a agressividade do filho como "infantil". "Ele não é de pegar facas para machucar os outros", exemplifica. "É como uma criança que mexe em tudo." O problema é que a "curiosidade" de Divino estava colocando sua própria saúde em risco. Fernanda lembra que, certa vez, o garoto quebrou uma janela de vidro. Sem ter consciência do risco que corria, Divino colocou a cabeça no buraco de estilhaços. "Ele já derrubou o fogão enquanto eu fazia comida e já tentou puxar os fios do chuveiro, enquanto tomava banho. Preciso ficar de olho o tempo inteiro para ele não beber produto de limpeza, por exemplo."

Divino faz acompanhamento com psiquiatras desde que começou a andar. Os medicamentos são diários, e ele já foi internado algumas vezes em clínicas psiquiátricas. Nada disso ajudou a aliviar os sintomas agressivos. "Só tínhamos sossego quando ele dormia", resume a mãe. Sem condições de deixar o filho sob os cuidados de outras pessoas, Fernanda se dedica exclusivamente ao garoto. Com a mãe, reveza-se nos afazeres de casa e nos cuidados com ele. Entre um consultório e outro, Fernanda ficou sabendo da possibilidade de operar o filho. Em 1º de fevereiro deste ano, Divino foi operado no Hospital de Base. Desde então, Fernanda — e o filho — está mais tranquila. "Ele operou só o lado esquerdo do cérebro e melhorou bastante", comemora. "Ainda vamos marcar a cirurgia para operar o outro lado, mas já fiquei muito contente com o resultado."

As doenças passíveis de tratamento cirúrgico
Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC)
Transtorno de Ansiedade
Depressão
Síndrome de Tourette
Agressividade
Adição (vícios)

Tratamento casado
Stella Caiado, neurologista do Hospital Santa Helena, explica que, além da Estimulação Cerebral Profunda, a Estimulação Magnética Transcraneana Repetitiva (EMTr) é um dos principais tratamentos para casos extremos de doenças psiquiátricas. Os procedimentos têm ações semelhantes: por meio da criação de um campo magnético direcionado, os médicos regulam impulsos elétricos para excitar ou inibir determinadas partes do cérebro. "A energia magnética para que isso aconteça é liberada por uma bobina, restabelecendo seu funcionamento normal de uma maneira não invasiva e indolor", detalha a médica.

A bobina é implantada quase colada ao crânio, no lobo fronto-temporal. Dependendo da indicação e da necessidade do paciente, Stella Caiado explica que o dispositivo cria um campo magnético de cerca de 3cm para dentro do córtex cerebral. Com a "descarga de energia", a corrente elétrica entre os neurônios com baixa atividade aumenta — o que se reflete na melhora dos sintomas.

Para que o tratamento dê certo, a médica explica que é preciso repetir o procedimento cerca de 20 vezes. Cada sessão dura 10 minutos, e os pacientes geralmente se submetem a elas cinco dias por semana. "A técnica já é usada em todo o mundo para o tratamento de diversas desordens neuropsiquiátricas", detalha Stella. No Brasil, o procedimento já foi provado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e pelo Conselho Federal de Medicina. Os resultados são excelentes, na avaliação da profissional. A segurança do manuseio é outra vantagem do tratamento, usado especialmente para aliviar sintomas de depressão grave e de alucinações auditivas, por exemplo.

Não invasiva, com raros efeitos colaterais e/ou reações adversas, com simples aplicação, indolor e de baixíssimo risco, a intervenção é usada também para o ajuste de medicações usadas regularmente pelos pacientes. "Protocolos para outras doenças, como doença de Parkinson, rigidez no AVC, e até mesmo como coadjuvante no tratamento da dependência química a drogas ilícitas, como cocaína, estão em andamento com fantásticos resultados", enumera Stella. Seja qual for o método mais indicado para cada caso, Elias Abdala Filho, psicanalista e membro da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), alerta que o importante é não negligenciar a doença. "Mesmo se for preciso cirurgia, os trantornos precisam continuar sendo tratados com medicamentos e terapia", reforça.

De acordo com Elias Abdala, os remédios são importantes, pois melhoram a instabilidade emocional e a depressão, enquanto a psicoterapia ajuda a lidar com sentimentos de frustração. O problema é quando o paciente não é respeitado nem dentro do próprio consultório. "A tendência, hoje, está sendo banalizar (os problemas)", justifica. "Até hoje a psiquiatria como um todo tem uma abordagem pejorativa, especialmente em torno da depressão. Alguns defendem até que ela não existe." A ordem, para familiares e profissionais, é não menosprezar possíveis sintomas. Uma vez detectado o problema, é preciso enfrentá-lo de frente. "Os remédios ajudam a melhorar os sintomas, mas não a enfrentar problemas."

Fernando Portela Câmara, psiquiatra e membro da Sociedade Brasileira de Psiquiatria, reforça a importância de se prestar atenção aos doentes. Além de grande fonte de sofrimento, uma vez que o transtorno mental grave tira do indivíduo a capacidade de socialização, essas doenças tendem a se cronificar. "A pessoa fica incapacitada de fazer opções, de tomar decisões, às vezes até de cuidar da própria vida", descreve o médico. Por enquanto, ainda não se pode falar em cura para nenhum transtorno mental. Os médicos preferem o termo "remissão", já que, não raro, os pacientes apresentam recaídas. "O tratamento tem como objetivo colocar o doente sob controle, para que ele possa voltar para a sociedade e viver da melhor forma que puder." 

PARAFUSO TITANIO

O procedimento de artrodese consiste na fusão óssea intencional de uma articulação. Isso significa que após a cirurgia não háverá mais mobilidade nesta articulação depois que a fusão ocorra.

            A artrodese pode ser realizada em qualquer atriculação do corpo. Na coluna vertebral, pode ser realizada na coluna cervical, torácica, lombar e lombo-sacra.

            As principais indicações da artrodese são a instabilidade de segmentos da coluna, fraturas e em situações em que há necessidade de remoção de todo o disco interbertebral (como na hénia de disco cervical).

            Para a realização da artrodese, é realizada a decorticação, que consiste na retirada de “lascas” de osso e a colocaçãode enxerto de osso, que pode ser obtido da própria coluna ou do osso ilíaco, locaizado na bacia.

            A artodese pode necessitar de uma fixação da articulação para que seja bem sucedida. Na coluna lombar essa fixação é feita com parafusos, chamados de parafusos pediculares (muitas vezes chamados de “pinos”). Na coluna cervical a fixação pode ser feita com placa a parafusos quando a cirurgia é por via anterior (pela frente) ou por parafusos e barras quando feita por via posterior (por trás)

            Após a cirurgia, geralmente a fusão ocorre após 3 meses. Durante esse período o paciente necessita de um repouso relativo, mas podendo caminhar. O uso de colete muitas vezes é recomendado, porém não é obrigatório.

            Uma precupação frequente dos pacientes é a possível dor causada pela presença dos parafusos após a cirurgia. Como os parafusos ficam quase inteiramente dentro da vértebra, isso raramene acontece. A retirada dos parafusos ou placas não é necessária na mairoria dos pacientes. 

O QUE E UMA RIZOTOMIA


Rizotomia para tratar de dores na coluna. Esse é o tema de uma notícia publicada pela Folha WEB, referindo-se a um tipo de procedimento em que alguns dos nervos responsáveis pela dor são “queimados” por meio de agulhas ligadas a um equipamento que emite calor e pulsos elétricos. 


Segundo o texto, a rizotomia é indicada para quando há desgaste da articulação. Nesse caso, o motivo da ocorrência, segundo a reumatologista Luiza Helena Ribeiro, membro da Comissão de Coluna Vertebral da SBR, a articulação zigoapofisaria, também conhecida como facetaria, pode evoluir para um quadro de desgaste ou degeneração por alterações na cartilagem articular que ocorrem, principalmente, por sobrecarga sobre a articulação. Como resultado, diz Luiza, tem-se a artrose.


Referindo-se especificamente à rizotomia, Luiza explica que o procedimento, também denominado denervação facetária ou zigoapofisária, consiste na lesão térmica provocada no nervo responsável pela inervação de tal articulação. “É um ramo do nervo espinhal que se subdivide, formando o ramo dorsal. Essa lesão térmica do nervo é realizada através da  emissão de ondas de calor em pulsos, num mecanismo conhecido como radiofrequência”, diz Luiza, informando ainda que, menos frequentemente, se pode utilizar agentes químicos para induzir a lesão química desses ramos nervosos.


Sobre a credibilidade do procedimento, a reumatologista disse que é grande, já que há vários estudos que já avaliaram sua efetividade “e, a partir deles, revisões sistemáticas que apontam para um bom nível de evidência que a denervação facetária por radiofrequência é efetiva no tratamento da lombalgia, cujo lugar de origem é a articulação facetária ou zigoapofisária.


Quanto aos benefícios advindos da rizotomia, Luiza explica que, conforme as evidencias científicas, seriam a melhora da dor e da função da coluna (capacidade de realizar as atividades do dia a dia). Os trabalhos demonstram efetividade a curto e médio prazo, diz Luiza.


Diz ainda a reportagem da Folha WEB que o procedimento de rizotomia percutânea existe, mas não pode ser realizado. Esclarecendo essa questão, Luiza explica que o termo “percutâneo” é utilizado para denominar qualquer procedimento não invasivo, utilizando-se uma agulha que ultrapasse a pele e chegue ao local predeterminado, sem a necessidade de cortes ou cirurgias abertas. “Ou seja, a rizotomia ou denervação facetária é um procedimento percutâneo, por isso chamado minimamente invasivo”, diz Luiza.


Essa e a bomba de morfina


Vivendo Com Um Neuroestimulador ou Bomba de Infusão de Fármaco

Uma vez que a sua bomba de infusão de fármaco ou neuroestimulador tenham sido implantados e o local do implante tenha se recuperado, você e seu médico trabalharão juntos para desenvolver um programa de tratamento da dor. Esse programa pode incluir outros tipos de terapia além do seu dispositivo implantável, como fisioterapia e exercícios, com o objetivo de ajudá-lo a restaurar suas funções para a vida diária.

A Vida Diária

As pessoas que obtêm sucesso com nossas terapias para dor relatam o aumento de sua capacidade para executarem suas atividades diárias. (A quantidade de alívio à dor varia de pessoa a pessoa).1-11
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